Oi! Eu sou a Joyce, mas você pode me chamar de Joy. Caí de paraquedas na Holanda em dezembro de 2016, e ainda estou juntando os pedacinhos que, como as sementes do dente-de-leão, se espalharam ao sopro do vento.

Diz-se que esta planta simboliza a força, a esperança e a confiança. É conhecida por seus poderes medicinais e pode ser utilizada inclusive como alimento. Espontânea e onipresente, a ela já foram atribuídos até poderes mágicos. Enfim, não pude pensar em uma analogia melhor a esta fase da minha vida.

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Escrever é, para mim, um ato de libertação. Tentar expressar os devaneios de uma mente inquieta em palavras é um pesadelo constante, mas o papel é sempre um companheiro fiel e paciente. Não importam os riscos, os rabiscos, os apagões e a enxurrada de ideias desconexas. Ele está sempre lá, esperando que eu coloque as ideias em ordem e, depois de arrumar algo aqui e ali mais ou menos 245 vezes, fique satisfeita com o que escrevi. 

 

Sim, eu sou uma daquelas pessoas que pensam demais. E isso cansa. Mas talvez por isso mesmo tenha me lançado a esse desafio de escrever para outras pessoas com regularidade. Escrever me acalma e nutre o meu espírito. Também me ajuda a clarear o pensamento e serve de desabafo nos momentos difíceis.

 

Enfim, sejam bem-vindos a embarcar comigo nessa jornada de descobertas e de autoaceitação. 

 

A ideia é que aqui tenha de tudo um pouco: as cores e sabores desse país incrível que eu escolhi para chamar de lar, as dores e delícias de morar fora e criar filhos e, claro, muito dos meus devaneios também, porque afinal ninguém é de ferro.

Formada em psicologia e pedagogia, e com quase trinta anos de experiência na área da Educação, escrever é o caminho que encontrei para continuar estudando e dando voz à minha alma de educadora. 

 

Que juntos possamos nos inspirar e trazer mais colorido para nossas vidas.